Em São Paulo, motorista não fará exame toxicológico

 Joel LeiteMedida baixada nesta quarta-feira 2 não é válida para o Estado. Médicos dizem que medida é ineficiente  A partir desta quarta-feira 2, será obrigatória a realização de exame toxicológico para a obtenção e renovação Carteira Nacional de Habilitação CNH nas categorias C, D e E, voltadas para motoristas profissionais.A medida, que entrou em vigor no Brasil, não vale para o Estado de São Paulo, graças a uma ação da Justiça obtida pelo Detran –SP.A comunidade médica é contra a medida, considerando que a exigência seria discriminatória e violaria a ética médica. Além disso, especialistas acham que não há evidências científicas que comprovem sua eficácia para a segurança no trânsito.Segundo a Abramet, Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, a medida é ineficiente. O médico Dirceu Rodrigues Alves Júnior, diretor da entidade, disse que é infração gravíssima dirigir sob a influência de substância psicoativa, da mesma forma que dirigir sob o efeito do álcool.Mas isso não quer dizer que o usuário de droga não possa ter a CNH. Ele não pode é dirigir drogado”, disse o dr. Dirceu.Ele explicou que o uso da droga é que está associado ao ato de dirigir, mas o uso de entorpecentes dias, semanas ou meses antes de sua aplicação, não teria relação de causa e efeito em um eventual processo de investigação de acidentes de trânsito. Por isso a entidade não vê sentido em ser negada a CNH para usuários de droga.A principal crítica do presidente da Abramet, José Heverardo da Costa Montal, à medida é pelo fato de a obrigação não encontrar paralelo em qualquer outro país como forma de política pública direcionada à redução de mortes no trânsito.“De fato, não há qualquer evidência científica de que a obrigatoriedade da realização desse exame durante o processo de habilitação ou de renovação tenha algum impacto positivo na redução de lesões e mortes no trânsito”, enfatizou.Em muitos países, o exame para o controle de motoristas é feito somente naqueles flagrados no uso de substâncias psicoativas.Parece razoável: uma coisa é uma pessoa dependente de droga que queira tirar a carteira de habilitação. Isso não constitui infração.Outra coisa é um motorista usar droga e dirigir. Isso é infração.function{var h=this,aa=functiona{var b=typeof a;if”object”==bifa{ifa instanceof Arrayreturn”array”;ifa instanceof Objectreturn b;var c=Object.prototype.toString.calla;if”[object Window]”==creturn”object”;if”[object Array]”==c||”number”==typeof a.length&&”undefined”!=typeof a.splice&&”undefined”!=typeof a.propertyIsEnumerable&&!a.propertyIsEnumerable”splice”return”array”;if”[object Function]”==c||”undefined”!=typeof a.call&&”undefined”!=typeof a.propertyIsEnumerable&&!a.propertyIsEnumerable”call”return”function”}else return”null”;else if”function”==b&&”undefined”==typeof a.callreturn”object”;return b},k=functiona{return”string”==typeof a},ba=functiona,b{var c=Array.prototype.slice.callarguments,1;return function{var b=c.slice;b.push.applyb,arguments;return a.applythis,b}},m=Date.now||function{return+new Date},n=functiona,b{var c=a.split”.”,d=h;c[0]in d||!d.execScript||d.execScript”var “+c[0];forvar e;c.length&&e=c.shift;c.length||void 0===b?d=d[e]?d[e]:d[e]={}:d[e]=b};var ca=functiona,b,c,d,e{ifec=a+”&”+b+”=”+c;else{var f=”&”+b+”=”,g=a.indexOff;0>g?c=a+f+c:g+=f.length,f=a.indexOf”&”,g,c=0
Fonte: UOL Carros/Blog O Mundo em Movimento