Estabilidade é forte do TTS Coupé de 286 cv, que chega por R$ 299.990

 Versão Roadster do TT apimentado vem em abril, por R$ 319.990 Luís Perez Do Carpress, em São Paulo Test-drive do modelo foi realizado em Interlagos durante a noite Além do compacto RS 3, pilotamos no autódromo de Interlagos Audi TTS Coupé, versão apimentada do novo TT, lançado há quase um ano. O modelo é vendido em versão única de R$ 299.990 e terá uma versão sem capota, a Roadster, que chega em abril por R$ 319.990. De novo: pilotar na lendária pista de Interlagos à noite não é para amadores. Apenas pilotos profissionais geralmente o fazem. Não foram poucas as vezes em que encarei essa pista ao longo dos últimos 20 anos e pouco. Mas o TTS Coupé permitiu uma emoção toda especial, sobretudo ao cravar o pé entre a curva do Café e a reta dos boxes, pouco antes de contornar o S do Senna.Para a Audi, S é alto desempenho, dirigibilidade excepcional e acabamento diferenciado. O esportivo entrega tudo isso, a começar pelo motor 2.0 TFSI em versão especialmente desenvolvida, que gera 286 cv e 38,78 kgfm de torque força, associadas ao câmbio de dupla embreagem S tronic de seis velocidades. Nele também testamos o launch control, o controle de largada. Medições indicaram que o modelo vai de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, com velocidade máxima limitada eletronicamente a 250 km/h. Para garantir a eficiência energética, o motor traz injeção indireta de combustível como suplemento à injeção direta FSI, o sistema Audi valvelift para as válvulas de exaustão e o gerenciamento térmico com integração do coletor de escapamento ao cabeçote. Um peso baixo do conjunto 1.365 kg ajuda a diminuir o consumo. Isso se deve em parte ao uso de aços ultrarresistentes e alumínios em profusão na construção. A tração é integral permanente quattro, transmitidas às rodas de 19 polegadas. Em relação à versão “civil”, a carroceria é 10 milímetros mais próxima do solo. Nas rodas dianteiras, são usadas pinças fixas de alumínio de baixo peso, com grandes discos de freios, garantindo a maior eficiência de frenagem. Ao final de cada volta, era preciso resfriá-los um pouco, dado o uso intensivo durante a bateria de testes.De novo: pilotar na lendária pista de Interlagos à noite não é para amadores. Apenas pilotos profissionais geralmente o fazem. Não foram poucas as vezes em que encarei essa pista ao longo dos últimos 20 anos e pouco. Mas o TTS Coupé permitiu uma emoção toda especial, sobretudo ao cravar o pé entre a curva do Café e a reta dos boxes, pouco antes de contornar o S do Senna.Para a Audi, S é alto desempenho, dirigibilidade excepcional e acabamento diferenciado. O esportivo entrega tudo isso, a começar pelo motor 2.0 TFSI em versão especialmente desenvolvida, que gera 286 cv e 38,78 kgfm de torque força, associadas ao câmbio de dupla embreagem S tronic de seis velocidades. Nele também testamos o launch control, o controle de largada. Medições indicaram que o modelo vai de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, com velocidade máxima limitada eletronicamente a 250 km/h. Para garantir a eficiência energética, o motor traz injeção indireta de combustível como suplemento à injeção direta FSI, o sistema Audi valvelift para as válvulas de exaustão e o gerenciamento térmico com integração do coletor de escapamento ao cabeçote. Um peso baixo do conjunto 1.365 kg ajuda a diminuir o consumo. Isso se deve em parte ao uso de aços ultrarresistentes e alumínios em profusão na construção. A tração é integral permanente quattro, transmitidas às rodas de 19 polegadas. Em relação à versão “civil”, a carroceria é 10 milímetros mais próxima do solo. Nas rodas dianteiras, são usadas pinças fixas de alumínio de baixo peso, c
Fonte: UOL Carros/Cr Press