Longa Duração: freios do Renault Kwid exigem cautela e cuidado extra

Freios do Kwid passarão por manutenção aos 30.000 km   (Foto: Quatro Rodas)

Começou de maneira esporádica. “Tive a impressão de que a luz de alerta do sistema de freio piscou rapidamente no painel”, disse o repórter Gabriel Aguiar, após usar o Renault Kwid. “Também tive essa impressão”, comentou o piloto de teste Eduardo Campilongo.

“Abri o capô e notei que o reservatório do fluido de freio estava com as paredes externas sujas. Conferi a tampa e, aparentemente, estava bem apertada. Mas o nível, de fato, estava um pouco baixo, porém ainda distante do mínimo. Depois, dirigindo o Kwid, notei que o pedal do freio está mais baixo que o normal.”

Com tantos apontamentos, pediremos uma verificação do sistema de freios na revisão dos 30.000 km. Solicitaremos, ainda, uma atenção especial com o escapamento, que parece estar mais ruidoso que o normal.

Nossa lista de requisições incluirá também uma inspeção na suspensão dianteira: “Sinto o carro mais sensível às imperfeições da pista em curva”, disse o editor Péricles Malheiros.

Renault Kwid – 26.931 km

Consumo

  • No mês: 16 km/l com 24% de rodagem na cidade
  • Desde mar/18: 15,7 km/l com 30,3% de rodagem na cidade
  • Combustível: flex (gasolina)
  • Combustível: R$ 466

Ficha técnica

  • Versão: Intense 1.0 12V
  • Motor: 3 cil., diant., transv., 999 cm3, 12V, 70/66 cv a 5.500 rpm, 9,8/9,4 mkgf a 4.250 rpm
  • Câmbio: manual, 5 marchas
  • Combustível: flex (testado com gasolina)
  • Seguro (perfil QUATRO RODAS): R$ 2.361
  • Revisões (até 60.000 Km): R$ 2.335