Hyundai quer vender 300 mil carros em 2013

                                             Para tanto, montadora lançará carro para o Brasil.

Marcelo de Paula

O gerente geral de pós-venda da Hyundai, Luiz Sérgio Cazzonatto, disse, durante coletiva de imprensa no Salão do Automóvel de São Paulo, que a empresa se planeja para vender 300 mil carros no Brasil em 2013. A expectativa é fechar 2010 com vendas entre 100 mil e 110 mil unidades ante 70 mil no ano passado. Para atingir o objetivo, a empresa coreana trabalha no desenvolvimento de um carro popular, que deverá representar 40% das unidades comercializadas daqui a três anos.

Cazzonato não adiantou o nome do novo veículo, apenas comentou que deverá custar abaixo de R$ 30 mil e começará a ser vendido em 2013. “Ele terá motor flex (1.0 e, possivelmente, uma versão 1.5) a exemplo dos veículos populares de outras marcas que circulam no país”, acrescentou.

No evento deste ano a empresa apresentará modelos já conhecidos pelo público, porém, com design renovado. O destaque fica para o Sonata, cuja primeira versão foi lançada em 1985, passando por evoluções até chegar à versão atual, cujo desenvolvimento teve início em 2005. A conclusão do projeto do novo Sonata foi concluída no ano passado.

O carro é bem sofisiticado com escultura fluída e traços inspirados pela natureza. Suas laterais têm perfil esportivo e a tecnologia está presente em diversos itens como sistema de estacionamento em marcha a ré, botão de ignição do motor, borboletas de câmbio no volante, assentos dianteiros com controle elétrico, entre outros.

Ao contrário de outras montadoras que estão apresentando veículos com tecnologia mais limpa, a exemplo da Ford, a Hyundai, neste salão, ainda está focando nos motores convencionais a explosão. Não que ela não esteja apresentando nada de diferente, pelo contrário, o Nuvis é um carro de tecnologia híbrida, que está à mostra, mas por enquanto, não é nada que possa chegar logo ao mercado nacional. “Nosso projeto para investir num carro híbrido aqui no Brasil é de médio a longo prazos”, concluiu Cazzonatto.

Fonte: Automotive Business