JSL cria divisão dedicada a leasing com foco em caminhões

Pequenos transportadores e caminhoneiros serão os mais beneficiados

REDAÇÃO AB

Como foco no mercado de caminhões, a JSL cria uma nova empresa, a JSL Leasing, fruto da aquisição da BGN Leasing, com o objetivo de oferecer a modalidade leasing financeiro e operacional para atuais clientes, fornecedores, prestadores de serviços, bem como o público em geral, principalmente caminhoneiros e pequenos transportadores.

“A JSL é maior operadora logística rodoviária do Brasil e uma das maiores compradoras de caminhões no mercado nacional. Pensando na venda de seus ativos, na melhoria da frota de seus subcontratados e do público em geral, e facilitando a aquisição pelos caminhoneiros e pequenos transportadores de bens novos e seminovos, criamos a JSL Leasing”, diz Osmar Roncolato, nomeado presidente da JSL Leasing.

O executivo acrescenta que com a nova empresa, os futuros clientes terão condições mais atrativas na modalidade de leasing operacional para veículos: “Como exemplo desta atratividade, podemos citar a possibilidade de ter uma parte importante do valor do bem pago somente no fim do prazo contratual, o que resultará em parcelas mais baixas para quem fizer o leasing”.

A operação, que ainda depende de inspeções finais pelo Banco Central, oferecerá caminhões seminovos, utilizados pela companhia de logística, entre outros veículos. Para Fernando Antonio Simões, presidente da JSL, a companhia cria mais uma opção para a renovação de frota no País:

“O modal rodoviário é o mais utilizado dentro do esquema logístico brasileiro e ele só será mais seguro se, além dos investimentos em modernização de rodovias, existirem programas de renovação de frota. Com a JSL Leasing, teremos condição de contribuir para a evolução social do motorista, que ganhará com a redução de custos com um veículo mais novo, já que terá uma manutenção mais barata, economia de combustível e maior tecnologia para uma direção mais eficiente. E assim colaborando para que o País tenha mais segurança nas estradas e um menor custo logístico.”

Fonte: Automotive Business