Primeiro SUV da Maserati será feito em Detroit, diz CEO do grupo Fiat

                                             A retomada do mercado norte-americano de veículos, confirmada em 2011, faz com que montadoras comecem a mostrar o que têm por baixo da manga. É exatamente o que fez o CEO e chairman dos grupos Fiat e Chrysler, Sérgio Marchionne, ao anunciar durante a cerimônia de abertura do Congresso da NADA neste sábado (4), em Las Vegas (Estados Unidos), a escolha de Detroit para produzir o primeiro utilitário esportivo da marca de luxo Maserati.

O protótipo do carro, mostrado no Salão de Frankfurt de 2011, chama-se Kubang – inspiração do bem-sucedido concorrente Porsche Cayenne.
Outra linha que entra em operação nos EUA é a do Dodge Dart, em Belvidere. Marchionne ressaltou ainda a volta da marca Premium Alfa Romeo ao país neste ano e o lançamento do 500 elétrico.

Com a crise na Europa, a retomada dos empregos nos EUA acontece em boa hora. Por isso, o italiano aposta tanto na economia norte-americana e elogia o governo Obama em estado republicano, Nevada. Os EUA são a estrada de tijolos de ouro para a expansão do grupo Fiat e, mais especificamente, da marca Fiat, que tenta pegar carona na cauda da Chrysler, hoje sob a administração da italiana (que pegou a empresa em frangalhos e a preparou para decolar no momento mais propício diante do incerto mercado europeu).

A retomada do mercado norte-americano de veículos, confirmada em 2011, faz com que montadoras comecem a mostrar o que têm por baixo da manga. É exatamente o que fez o CEO e chairman dos grupos Fiat e Chrysler, Sérgio Marchionne, ao anunciar durante a cerimônia de abertura do Congresso da NADA neste sábado (4), em Las Vegas (Estados Unidos), a escolha de Detroit para produzir o primeiro utilitário esportivo da marca de luxo Maserati.

O protótipo do carro, mostrado no Salão de Frankfurt de 2011, chama-se Kubang – inspiração do bem-sucedido concorrente Porsche Cayenne.
Outra linha que entra em operação nos EUA é a do Dodge Dart, em Belvidere. Marchionne ressaltou ainda a volta da marca Premium Alfa Romeo ao país neste ano e o lançamento do 500 elétrico.

Com a crise na Europa, a retomada dos empregos nos EUA acontece em boa hora. Por isso, o italiano aposta tanto na economia norte-americana e elogia o governo Obama em estado republicano, Nevada. Os EUA são a estrada de tijolos de ouro para a expansão do grupo Fiat e, mais especificamente, da marca Fiat, que tenta pegar carona na cauda da Chrysler, hoje sob a administração da italiana (que pegou a empresa em frangalhos e a preparou para decolar no momento mais propício diante do incerto mercado europeu).

Alfa Romeo também volta para o Brasil

A promessa de os EUA receberem novamente a marca em 2012 será cumprida. A notícia havia sido dada em 2010 pelo CEO. Se seguir à risca o discurso de dois anos atrás, a marca Premium também desembarca no mercado brasileiro este ano. Durante visita ao Brasil em setembro daquele ano, Sergio Marchionne revelou que a marca de luxo chegaria ao mercado brasileiro quando ela voltasse à América do Norte. Isso porque o Brasil entra na estratégia de fortalecimento em mercados emergentes, assim como na América Latina.

Em conversa concedida ao G1 durante o Salão de Paris de 2010, um executivo da Alfa confirmou ainda o carro que chegaria aos dois mercados, primeiramente: a nova geração do sedã 159. Como se trata de um nicho do mercado de luxo, talvez nem a alta do IPI sobre produtos importados e as discussões entre México e Mercosul prejudiquem a estratégia para o fortalecido Brasil.

Chrysler

Entusiasmado com o lançamento do Dodge Dart em Detroit, em janeiro, o executivo italiano mostrou os números de fechamento de 2012 do grupo Chrysler, que viu as vendas subirem 26% em 2010, com mais de 2 milhões de carros vendidos em todo o mundo. Assim, as vendas no varejo subiram 43% de um ano para o outro. Números que Marchionne carrega em sua valise e o faz sorrir ao ensinar os norte-americanos a direcionar o negócio de carros.

Fonte: Priscila Dal Poggetto Do G1