Salão de Detroit avalia capacidade de reação nos EUA


Os dois primeiros dias do Salão do Automóvel de Detroit, dias 11 e 12 de janeiro, serão dedicados às entrevistas dos expositores com jornalistas de todo o mundo. Como aconteceu em janeiro de 2009, no mesmo evento, o interesse da imprensa estará dirigido mais para o ambiente de negócios do que para os novos veículos: já se sabe que os estandes estarão carregados de veículos com propostas amigáveis ao meio ambiente e powertrains híbridos e elétricos.

Depois de um ano em que duas das três principais montadoras norte-americanas estiveram ameaças de quebrar, as atenções dos jornalistas estarão voltadas para a capacidade dos fabricantes de veículos e autopeças em dar a volta por cima em 2010.

Estarão em pauta em Detroit as novas estratégias de americanos, japoneses, coreanos e chineses – todos, é claro, muito interessados no segundo maior mercado automotivo do mundo depois da China. Estarão em debate nas entrevistas o papel dos governos do Canadá e Estados Unidos na recuperação da indústria, os novos dirigentes das montadoras, as propostas para retomada das vendas e o destino da Saab, Saturn, Pontiac (que podem desaparecer) e Hummer.

Haverá nos bastidores muitas conversas sobre a saúde financeira da cadeia de suprimentos e dos distribuidores norte-americanos, sobre os quais pairam ainda muitas dúvidas a respeito da saúde financeira e operacional.

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Fonte: Automotive Business